7 de setembro de 2013

Experimentem ter um filho em pleno mês de julho. Estar grávida de 360 meses no início do verão, a recuperar do parto a meio, e não poder levar a criatura mais nova à praia porque é muito pequenina no final desse mesmo verão. 
Experimentem passar a época mais quente do ano, e chegar a setembro, sem ter sentido a água do mar nos pezinhos uma única vez. Lixado, não é? Eu que o diga, caraças!

5 de setembro de 2013

Alguma coisa tem de ceder...

A alimentação está a ser levada a sério como há muito não se via por este corpinho e o exercício está a ser regular e intenso (mais um dia sem Insanity, mas com quase 5km nas pernas e duas bolhas nos pés).
Para contrapor a coisa... e porque alguma coisa tem que ceder... as minhas unhas estão uma desgraça! Roídas, roidinhas que só visto. :(

4 de setembro de 2013

A melhor amiga cá de casa

Nos últimos tempos come-se melancia cá em casa como se fosse pão.
Por isso, agora, quando vamos às compras compramos logo aos pares. Na última vez vieram para casa 13,5kg de melancia!
É só benefícios: enche a barriga, refresca e calorias... são muito poucas.
Quem daí também gosta?



Insanity - Dia #2

E o dia 2 do Insanity... não aconteceu! 
Mas... foi por um bom motivo: fui participar no treino do grupo Correr Lisboa e... tcharammmm... corri 5km e meio sem parar! Heeeeein? Para quem recomeçou a correr (devagar, devagarinho, é certo) após uma paragem de mais de 1 ano... é bom djimais, gentxi! :)

Amanhã retorno à loucura do Insanity. Mas antes tenho que comprar um tapete de fitness para a sala. Mosaico, mãos e joelhos transpirados não combinam!

Mood: Happy!

P.S. Tenho que confessar porque corri tanto tempo: no início do treino estava à minha frente uma menina com «tudo no sítio» e eu pensei: "Ah caraças, se eu não hei-de ter umas pernas daquelas!!!"

3 de setembro de 2013

Insanity - Dia #1

Comecei ontem e hoje só penso: «Ahhhh... tenho músculos aqui?»

Para quem não conhece, estou a falar disto, o meu novo plano de treino nos próximos 60 dias. Isto se me conseguir mexer mais logo. Coisa que agora está difícil!

Quero acompanhar estes exercícios com corrida. O sonho da Meia-Maratona continua bem aceso! 

Crónicas de uma (atarefada) mãe de duas crianças #1

É quase 1 da manhã e vou pôr a máquina da roupa a lavar senão amanhã não tenho cuecas para vestir!

1 de setembro de 2013

Um mês e meio volvido desde o nascimento da criatura mais nova cá de casa (um rapaz, para os que não sabem, e giro com'ó caraças!), estou naquela fase em que já não estou grávida... estou só gorda! E vejo-me de novo de volta aqui, a 2010 e, ao que parece, a 2006.

Vamos dar a volta a isto? Vamos? Vamos!

27 de março de 2013

O stress, aos 4 anos

"Eu não quero vestir essa camisa!
Eu odeio essa camisa e quando a visto fico enervada!"

A dita camisa... não pica, não tem linhas queimadas, não é feia. Só a deixa enervada, mais nada!

26 de março de 2013

"Clara - Mamã, posso cortar o teu rabo?
Eu - Claro que não! Então queres cortar o meu rabo porquê?
Clara - Então, se o teu rabo é grande, eu posso cortá-lo com uma tesoura!"

Se calhar está na hora de começar a preocupar-me em reduzi-lo...

25 de março de 2013

Não desejo mal a ninguém mas...



Ahahahahahahahahahahah
Tu és podre de rica e nem assim te livras de ficar gorda como eu! Ahahahahahahahahah

22 de março de 2013

Não sou daquelas pessoas que vê o pior em tudo o que lhe acontece na vida. Nunca fui.

Às vezes penso que o que eu tenho tido é sorte na vida e por isso não sinto necessidade de a maldizer.

A bem dizer, trabalho na área pela qual me apaixonei e na qual investi quatro anos da minha vida pré-adulta e uma pequena fortuna em propinas; estou casada com o homem por quem me apaixonei há quase 15 anos e por quem estou mais apaixonada hoje do que naquela altura; tenho uma descendente linda, maravilhosa, saudável e inteligente; carrego no ventre o segundo descendente que espero saia à criatura mais velha; tenho teto e comida na mesa todos os dias; tenho família normal, que me ama, que tem saúde; tenho amigos verdadeiros que nunca me desiludiram; e, por fim, não tenho inimigos que me tentem apunhalar pelas costas.

Podia ter uma vida melhor. Podemos sempre. Podia ter a conta mais recheada e não ter que contar tostões. Mas sinto que é só isto. E, ainda que o dinheiro ajude, é certo que não traz felicidade por si só. Por isso, a continuar assim, vou continuar sempre a achar que o meu copo está sempre meio cheio!

20 de março de 2013

Há poucas coisas melhores do que ver a nossa barriga aos pulos, sabendo que são os pontapés ou murros de um ser minúsculo que cresce dentro de nós.
Esta é a fase mais gira, a dos primeiros 'encontrões', a dos primeiros pulos visíveis.
O Vasquinho vem a caminho e está a ganhar o seu espaço dentro de mim.
Não enchas o peito de orgulho, miúdo, mas esse espaço já o ganhaste há uns meses e não vai desaparecer nunca.

30 de janeiro de 2013

Se eu tivesse vontade de escrever

... este blog corria o sério risco de se tornar num baby blog.


Projeto Descendência 2.0 em marcha com data prevista de lançamento a 19.julho.

20 de novembro de 2012

É fazer dieta e estar constipada

O D E I O qualquer uma das duas...
Esta sensação de dormência constante, congestionamento nasal e tosse sem parrar, dá cabo do meu sistema imunitário, mas principalmente do nervoso.

Odeio ter que pensar se como, se respiro. E de ter que intercalar os dois porque é impossível fazê-los ao mesmo tempo.
Odeio não sentir o paladar ou o cheiro da comida, do meu perfume ou da piolha lá de casa.

O que eu queria mesmo era vestir o pijaminha, embrulhar-me numa manta por baixo do edredão, fechar estores, desligar luzes e dormir. Só isso.

16 de novembro de 2012

Hoje é disto que me lembro


Das gargalhadas, dos bons momentos.
Quando penso na minha infância, e nos melhores momentos que fizeram dela a infância feliz de que me lembro, ela está lá.
Ainda hoje sorrio quando nos recordo, aos gaiatos todos, a entrar a correr em casa todos molhados da piscina, aflitinhos para ir à casa de banho, e deixar um rasto de água pela cozinha ou pela sala, pelos corredores. E de a ouvir a ela... a gritar connosco, a refilar por lhe molharmos a casa toda. E os bifes com batata frita, que nunca comi outros iguais.
Era vaidosa. Muito vaidosa. Era uma mulher muito vistosa. E fez parte da minha vida desde o primeiro dia.
Quando se chateava com o meu tio, eu dizia-lhe: «Não faz mal, titi. Quando eu crescer, levo-a a viver comigo e ele já não a chateia mais». Não foi preciso. 
Amanhã ela leva consigo um baton e um pedaço muito grande de mim.
Não é do meu sangue, mas há-de ser sempre do meu coração.